quinta-feira, 1 de outubro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
10 Dicas para "BLINDAR" seu Casamento
( Renato e Cristiane Cardoso - Autores do Best Seller - Casamento Blindado)
1. Converse sempre
Não deixe para depois! Uma ferida aberta só piora com o tempo. Converse até que consiga resolver o que incomoda você.
2. Filtre as palavras
Converse, mas nunca no calor da emoção. Estar nervosa não justifica agredir o companheiro, física, verbal ou emocionalmente.
3. Levante a autoestima dele
Os homens se sentem valorizados quando recebem um elogio. Isso faz com que ele queira se aproximar de você. Vale também cozinhar algo que ele goste e esperar por ele de banho tomado e perfumado.
4. Atenda aos pedidos dele
Ele pediu algo? Faça! Às vezes, é uma coisa tão simples, como uma lâmina de barbear. Se ele não abusar muito dos pedidos, que mal há em colocá-los no topo da sua lista de vez em quando?
5. Não misture os problemas
Não use uma situação qualquer para definir o caráter do seu marido. Aprenda a lidar com as situações separadamente. Não relacione um problema atual com um problema passado.
6. Deus ajuda
Não adianta só discutir ou reclamar (Amor, você não me dá atenção!). Ore, amiga! Peça a Deus que toque no coração do seu marido e ajude você a lidar com a situação.
7. Saiba relevar
Muitas vezes, o assunto não vale o tempo e o desgaste de uma discussão. Então, releve. Quando seu marido quiser discutir, beba um pouco dágua, mas fique com ela na boca por dez minutos antes de engolir. Boa, né?
8. Evite respostas atravessadas
Uma briga enorme pode começar só porque um deu uma resposta atravessada para o outro. Em vez de dizer Você é um grosso!, diga Amor, quando você está ocupado e eu lhe pergunto uma coisa, às vezes a maneira como você me responde me faz me sentir mal. Esse detalhe faz diferença.
9. Cuide da aparência
Casamento não é licença pra virar baranga! Depois do sim, tem que manter o clima de conquista. Do mesmo modo, você não quer um cara desgrenhado do seu lado!
10. Piada sem graça, não!
Cuidado com o que fala para os amigos sobre seu marido, hein?! Procure não expor falhas e fraquezas dele. Isso pode fazer seu companheiro pensar que você o considera inferior!
quinta-feira, 16 de julho de 2015
NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO DA EJA (Educação de Jovens e Adultos)
Ao
longo do tempo, o avanço econômico e tecnológico passou a exigir mão-de-obra
cada vez mais qualificada e alfabetizada, com isso várias medidas políticas e
pedagógicas foram sendo adotadas, tais como: a Campanha de Educação de
Adolescentes e Adultos (CEAA), a Campanha Nacional de Erradicação do
Analfabetismo (CNEA), o Movimento MOBRAL, o Ensino Supletivo, a Educação de
Jovens e Adultos (EJA), da qual iremos tratar nesse trabalho.
Com
essas medidas também vieram as tendências tecnológicas, cada vez mais exigidas
no campo de trabalho, com isso a inserção dessas novas tecnologias se tornam
cada vez mais presentes na educação de jovens e adultos, e como o objetivo da
EJA é exatamente alfabetizar e qualificar esses alunos para que possam se
integrar nas exigências que o universo do trabalho requer.
Sabe-se
que educar é muito mais que reunir pessoas numa sala de aula e transmitir-lhes
um conteúdo pronto. É papel do professor, especialmente do professor que atua
na EJA, compreender melhor o aluno e sua realidade diária. Enfim, é acreditar
nas possibilidades do ser humano, buscando seu crescimento pessoal e
profissional.
A história da EJA no Brasil está muito ligada
a Paulo Freire. O Sistema Paulo Freire, desenvolvido na década de 60, com ele
ocorreu uma mudança no paradigma teórico-pedagógico sobre a EJA, e com o
sucesso da experiência, passou a ser conhecido em todo País, sendo praticado
por diversos grupos de cultura popular. A proposta de Paulo Freire baseia-se na
realidade do educando, levando-se em conta suas experiências, suas opiniões e
sua história de vida. Esses dados devem ser organizados pelo educador, a fim de
que as informações fornecidas por ele, o conteúdo preparado para as aulas, a
metodologia e o material utilizados sejam compatíveis e adequados às realidades
presentes
Para
(Freire, 2002, p. 58) a relação professor-aluno deve ser:
Para ser
um ato de conhecimento o processo de alfabetização de adultos demanda, entre
educadores e educandos, uma relação de autêntico diálogo. Aquela em que os
sujeitos do ato de conhecer (educador-educando; educando-educador) se encontram
mediatizados pelo objeto a ser conhecido. Nesta perspectiva, portanto, os
alunos assumem, desde o começo mesmo da ação, o papel de sujeitos criadores.
Aprender a ler e escrever já não é, pois, memorizar sílabas, palavras ou
frases, mas refletir criticamente sobre o próprio processo de ler e escrever e
sobre o profundo significado da linguagem.
Com
o passar dos anos, novas tecnologias foram criadas exigindo mão-de-obra cada
vez mais qualificada, com o crescimento social, a mudança econômica e o avanço
tecnológico, as pessoas se sentem obrigadas a procurar a escola na tentativa de
conseguir um emprego, melhorar seu padrão de vida ou manter-se atualizado . As
mudanças ocorridas no mercado de trabalho, vêm exigindo mais conhecimentos e
habilidades das pessoas, assim como certificados de maior escolarização,
obrigando-as a voltar à escola básica, como jovem, ou já depois de adultas,
para aprender um pouco mais ou para conseguir um diploma. Essa realidade tem
sido responsável pela criação de diversos projetos voltados para a
alfabetização e educação de jovens e adultos.
Para que
aumentem as possibilidades individuais de educação, e para que se tornem
universais, é necessário que mude o ponto de vista dominante sobre o valor do
homem na sociedade, o que só ocorrerá pela mudança de valoração atribuída ao
trabalho. Quando o trabalho manual deixar de ser um estigma e se converter em
simples diferenciação do trabalho social geral, a educação institucionalizada
perderá o caráter de privilégio e será um direito concretamente igual para
todos (Pinto, 2000, p.37).
A importância de introduzir as novas tecnologias à Educação
de Jovens e Adultos, não só aos jovens,
mais também aos adultos que procuram
resgatar o tempo que perderam e se vêm obrigados a obterem um diploma para se
manter no mercado exigente de trabalho, tem como objetivo maior, exatamente
promover a igualdade social do indivíduo.
A necessidade de ampliar a utilização
dos recursos tecnológicos na educação de jovens e adultos, a potencialidade do
uso do computador como ferramenta de aprendizagem para a educação desses jovens
e adultos faz com que nós, enquanto educadores, pensemos em uma nova modalidade
de ensino, voltada às novas tecnologias, tendo como objeto de ensino o uso das
tecnologias e o uso concomitante dessas tecnologias com o ensino básico direcionado
à alunos que procuram a EJA. Assim, procuramos compreender a tecnologia digital
como mecanismo de comunicação voltada ao aprendizado e à necessidade do
ingresso ao mercado de trabalho.
Por :Tatiane Oliveira
segunda-feira, 13 de julho de 2015
segunda-feira, 22 de junho de 2015
ALFABETIZAÇÃO DE IDOSOS
A compreensão, análise e
estudo aprofundado do ensino da EJA, além de contributivo é também atraente aos
olhos de educadores que sonham com uma educação de qualidade e globalmente
disponível, ao falarmos de educação globalizada, reportamos a uma educação
voltada para todos, independente de raça, cor idade ou etnia, e no que diz
respeito à EJA, é uma modalidade de ensino tão somente voltada às pessoas que
por um motivo ou outro não dispuseram de tempo, e até mesmo oportunidades para
estudar regularmente, e com isso se sentem desprovidos e à margem de uma
sociedade exigente e cada vez mais imponente no quesito “qualificação
profissional”. Com base nessas necessidades é que se faz necessário que
procurem se predicamentar, cada vez mais a procura pela EJA tem aumentado, mas
ainda está muito longe de exercer seu papel na totalidade pela qual foi criada.
É pensando nessa procura de aprendizado, que a alfabetização de idosos tem tido
mais força nos últimos anos, cada vez mais idosos têm ido à procura do
aprendizado, e a EJA vem com uma base curricular de ensino que abrange este
molde educacional.
E é pensando exatamente nessa modalidade que surge a
proposta de alfabetizar pessoas da terceira idade, para que haja um resgate da
autoestima dessas pessoas a cerca da educação e do aprendizado. A alfabetização
de idosos tem como objetivo maior, promover a aproximação da pessoa da terceira
idade com o âmbito educacional e a possibilidade de serem alfabetizados,
visando modificar o estigma de que velho é incapaz e improdutivo, uma vez que
para o mercado atual os “escolhidos” são sempre os mais qualificados, assim
muitos desses idosos além de sua experiência profissional adquirida ao longo de
sua vida, poderão também ter a chance de corresponder às expectativas do
mercado de trabalho atual.
Foram criados muitos projetos voltados à alfabetização de
idosos cada um com sua especificidade, porém ainda são projetos tímidos em
relação ao número enorme de analfabetos de terceira idade, para uma maior
abrangência de tais projetos, é necessário que sejam criadas políticas públicas
direcionadas a esta modalidade de ensino, com objetivos específicos e de forma
integral, podendo ser oferecido o ensino em redes tanto municipais quanto
estaduais. Porém ainda é algo distante, mas longe de ser utopia.
Hoje no Brasil apenas 30% da população idosa é alfabetizada,
pôde frequentar uma escola de ensino regular na sua infância ou juventude,
contudo ao se tratar de qualificação profissional, nem todos possuem cursos
voltados às áreas de atuação, ou não possuem nenhuma especialização teórica
acerca da profissão que exercem ou exerceram.
Com a alfabetização integral de idosos, amparadas por
políticas curriculares inovadoras cria-se uma concepção de que possa sim,
surgir parcerias a fim de integrar a pessoa idosa ao ambiente atual de
trabalho. Não é necessário que se pense apenas em alfabetizar, mas também em
oferecer uma maior qualidade de vida a quem tanto contribuiu com nosso país.
“A tarefa não é tanto
ver aquilo que ninguém viu, mas pensar o que ninguém ainda pensou sobre aquilo
que todo mundo vê."
Arthur Schopenhauer
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
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