quarta-feira, 30 de setembro de 2015

10 Dicas para "BLINDAR" seu Casamento

( Renato e Cristiane Cardoso - Autores do Best Seller - Casamento Blindado)

1. Converse sempre
Não deixe para depois! Uma ferida aberta só piora com o tempo. Converse até que consiga resolver o que incomoda você.
2. Filtre as palavras
Converse, mas nunca no calor da emoção. Estar nervosa não justifica agredir o companheiro, física, verbal ou emocionalmente.
3. Levante a autoestima dele
Os homens se sentem valorizados quando recebem um elogio. Isso faz com que ele queira se aproximar de você. Vale também cozinhar algo que ele goste e esperar por ele de banho tomado e perfumado.
4. Atenda aos pedidos dele
Ele pediu algo? Faça! Às vezes, é uma coisa tão simples, como uma lâmina de barbear. Se ele não abusar muito dos pedidos, que mal há em colocá-los no topo da sua lista de vez em quando?
5. Não misture os problemas
Não use uma situação qualquer para definir o caráter do seu marido. Aprenda a lidar com as situações separadamente. Não relacione um problema atual com um problema passado.
6. Deus ajuda
Não adianta só discutir ou reclamar (“Amor, você não me dá atenção!”). Ore, amiga! Peça a Deus que toque no coração do seu marido e ajude você a lidar com a situação.
7. Saiba relevar
Muitas vezes, o assunto não vale o tempo e o desgaste de uma discussão. Então, releve. Quando seu marido quiser discutir, beba um pouco d’água, mas fique com ela na boca por dez minutos antes de engolir. Boa, né?
8. Evite respostas atravessadas
Uma briga enorme pode começar só porque um deu uma resposta atravessada para o outro. Em vez de dizer “Você é um grosso!”, diga “Amor, quando você está ocupado e eu lhe pergunto uma coisa, às vezes a maneira como você me responde me faz me sentir mal”. Esse detalhe faz diferença.
9. Cuide da aparência
Casamento não é licença pra virar baranga! Depois do “sim”, tem que manter o clima de conquista. Do mesmo modo, você não quer um cara desgrenhado do seu lado!
10. Piada sem graça, não!
Cuidado com o que fala para os amigos sobre seu marido, hein?! Procure não expor falhas e fraquezas dele. Isso pode fazer seu companheiro pensar que você o considera inferior!

quinta-feira, 16 de julho de 2015

NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO DA EJA (Educação de Jovens e Adultos)

Ao longo do tempo, o avanço econômico e tecnológico passou a exigir mão-de-obra cada vez mais qualificada e alfabetizada, com isso várias medidas políticas e pedagógicas foram sendo adotadas, tais como: a Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA), a Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo (CNEA), o Movimento MOBRAL, o Ensino Supletivo, a Educação de Jovens e Adultos (EJA), da qual iremos tratar nesse trabalho.

Com essas medidas também vieram as tendências tecnológicas, cada vez mais exigidas no campo de trabalho, com isso a inserção dessas novas tecnologias se tornam cada vez mais presentes na educação de jovens e adultos, e como o objetivo da EJA é exatamente alfabetizar e qualificar esses alunos para que possam se integrar nas exigências que o universo do trabalho requer.

Sabe-se que educar é muito mais que reunir pessoas numa sala de aula e transmitir-lhes um conteúdo pronto. É papel do professor, especialmente do professor que atua na EJA, compreender melhor o aluno e sua realidade diária. Enfim, é acreditar nas possibilidades do ser humano, buscando seu crescimento pessoal e profissional.
 A história da EJA no Brasil está muito ligada a Paulo Freire. O Sistema Paulo Freire, desenvolvido na década de 60, com ele ocorreu uma mudança no paradigma teórico-pedagógico sobre a EJA, e com o sucesso da experiência, passou a ser conhecido em todo País, sendo praticado por diversos grupos de cultura popular. A proposta de Paulo Freire baseia-se na realidade do educando, levando-se em conta suas experiências, suas opiniões e sua história de vida. Esses dados devem ser organizados pelo educador, a fim de que as informações fornecidas por ele, o conteúdo preparado para as aulas, a metodologia e o material utilizados sejam compatíveis e adequados às realidades presentes

Para (Freire, 2002, p. 58) a relação professor-aluno deve ser:

Para ser um ato de conhecimento o processo de alfabetização de adultos demanda, entre educadores e educandos, uma relação de autêntico diálogo. Aquela em que os sujeitos do ato de conhecer (educador-educando; educando-educador) se encontram mediatizados pelo objeto a ser conhecido. Nesta perspectiva, portanto, os alunos assumem, desde o começo mesmo da ação, o papel de sujeitos criadores. Aprender a ler e escrever já não é, pois, memorizar sílabas, palavras ou frases, mas refletir criticamente sobre o próprio processo de ler e escrever e sobre o profundo significado da linguagem.

Com o passar dos anos, novas tecnologias foram criadas exigindo mão-de-obra cada vez mais qualificada, com o crescimento social, a mudança econômica e o avanço tecnológico, as pessoas se sentem obrigadas a procurar a escola na tentativa de conseguir um emprego, melhorar seu padrão de vida ou manter-se atualizado . As mudanças ocorridas no mercado de trabalho, vêm exigindo mais conhecimentos e habilidades das pessoas, assim como certificados de maior escolarização, obrigando-as a voltar à escola básica, como jovem, ou já depois de adultas, para aprender um pouco mais ou para conseguir um diploma. Essa realidade tem sido responsável pela criação de diversos projetos voltados para a alfabetização e educação de jovens e adultos.

  
Para que aumentem as possibilidades individuais de educação, e para que se tornem universais, é necessário que mude o ponto de vista dominante sobre o valor do homem na sociedade, o que só ocorrerá pela mudança de valoração atribuída ao trabalho. Quando o trabalho manual deixar de ser um estigma e se converter em simples diferenciação do trabalho social geral, a educação institucionalizada perderá o caráter de privilégio e será um direito concretamente igual para todos (Pinto, 2000, p.37).

 E é onde entram os projetos voltados às novas tecnologias, os quais lançam os alunos da EJA ao modernismo virtual que cerca os locais de trabalho mais e mais. Muitos jovens se sentem diminuídos perante outros jovens que dominam a informática, principalmente no trabalho, sem contar a evasão escolar que se dá por não poderem ou dispuserem de tempo ou oportunidade para cursarem o ensino regular na idade correta, assim procuram na EJA uma oportunidade de alcançar seus colegas, e para isso o ensino da EJA deve estar em sintonia e adequação à modernidade e realidade social, oferecendo também cursos e atividades coerentes à proposta do ensino supletivo, que é o de emergir os alunos que por um motivo ou outro, vêm cursar a EJA.
A importância de introduzir as novas tecnologias à Educação de Jovens e Adultos, não só aos jovens, 
mais também aos adultos que procuram resgatar o tempo que perderam e se vêm obrigados a obterem um diploma para se manter no mercado exigente de trabalho, tem como objetivo maior, exatamente promover a igualdade social do indivíduo.
                               A necessidade de ampliar a utilização dos recursos tecnológicos na educação de jovens e adultos, a potencialidade do uso do computador como ferramenta de aprendizagem para a educação desses jovens e adultos faz com que nós, enquanto educadores, pensemos em uma nova modalidade de ensino, voltada às novas tecnologias, tendo como objeto de ensino o uso das tecnologias e o uso concomitante dessas tecnologias com o ensino básico direcionado à alunos que procuram a EJA. Assim, procuramos compreender a tecnologia digital como mecanismo de comunicação voltada ao aprendizado e à necessidade do ingresso ao mercado de trabalho.


Por :Tatiane Oliveira



segunda-feira, 22 de junho de 2015

ALFABETIZAÇÃO DE IDOSOS

A compreensão, análise e estudo aprofundado do ensino da EJA, além de contributivo é também atraente aos olhos de educadores que sonham com uma educação de qualidade e globalmente disponível, ao falarmos de educação globalizada, reportamos a uma educação voltada para todos, independente de raça, cor idade ou etnia, e no que diz respeito à EJA, é uma modalidade de ensino tão somente voltada às pessoas que por um motivo ou outro não dispuseram de tempo, e até mesmo oportunidades para estudar regularmente, e com isso se sentem desprovidos e à margem de uma sociedade exigente e cada vez mais imponente no quesito “qualificação profissional”. Com base nessas necessidades é que se faz necessário que procurem se predicamentar, cada vez mais a procura pela EJA tem aumentado, mas ainda está muito longe de exercer seu papel na totalidade pela qual foi criada. É pensando nessa procura de aprendizado, que a alfabetização de idosos tem tido mais força nos últimos anos, cada vez mais idosos têm ido à procura do aprendizado, e a EJA vem com uma base curricular de ensino que abrange este molde educacional.
E é pensando exatamente nessa modalidade que surge a proposta de alfabetizar pessoas da terceira idade, para que haja um resgate da autoestima dessas pessoas a cerca da educação e do aprendizado. A alfabetização de idosos tem como objetivo maior, promover a aproximação da pessoa da terceira idade com o âmbito educacional e a possibilidade de serem alfabetizados, visando modificar o estigma de que velho é incapaz e improdutivo, uma vez que para o mercado atual os “escolhidos” são sempre os mais qualificados, assim muitos desses idosos além de sua experiência profissional adquirida ao longo de sua vida, poderão também ter a chance de corresponder às expectativas do mercado de trabalho atual.
Foram criados muitos projetos voltados à alfabetização de idosos cada um com sua especificidade, porém ainda são projetos tímidos em relação ao número enorme de analfabetos de terceira idade, para uma maior abrangência de tais projetos, é necessário que sejam criadas políticas públicas direcionadas a esta modalidade de ensino, com objetivos específicos e de forma integral, podendo ser oferecido o ensino em redes tanto municipais quanto estaduais. Porém ainda é algo distante, mas longe de ser utopia.
Hoje no Brasil apenas 30% da população idosa é alfabetizada, pôde frequentar uma escola de ensino regular na sua infância ou juventude, contudo ao se tratar de qualificação profissional, nem todos possuem cursos voltados às áreas de atuação, ou não possuem nenhuma especialização teórica acerca da profissão que exercem ou exerceram.
Com a alfabetização integral de idosos, amparadas por políticas curriculares inovadoras cria-se uma concepção de que possa sim, surgir parcerias a fim de integrar a pessoa idosa ao ambiente atual de trabalho. Não é necessário que se pense apenas em alfabetizar, mas também em oferecer uma maior qualidade de vida a quem tanto contribuiu com nosso país.


“A tarefa não é tanto ver aquilo que ninguém viu, mas pensar o que ninguém ainda pensou sobre aquilo que todo mundo vê."
                                                                
                  Arthur Schopenhauer



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